segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Em PAR não SERIA. É!

Essa semana descobri que uma querida colega tem o dom de transformar traços em poesia. Ou seja, sabe desenhar muito bem! Então, me veio a ideia, que na verdade nem é tão original assim, de propor que ela ilustrasse alguns de meus poemas. Eis então o primeiro resultado dessa nova experiência. Com vocês a versão de Platônico do lápis e borracha de Julia Ferraz!


PS. Esse poema também foi musicado a algum tempo pelo meu grande amigo Marcos Regis. Ele ficou de procurar a gravaçãozinha tosca que fizemos. Caso seja encontrada posto por aqui pra que todas as formas essa poesia seja desvelada!

domingo, 9 de fevereiro de 2014

poeminha bobo, de rima pobre, feito sem querer

Esse pedaço de mim que é você
Eu espero não perder
E sei que pode demorar um pouco ainda
pra podermos voltar a ter um contato maior
mas nunca vou esquecer
o que aprendi com você

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Assaltos

Você roubou meu poema
Mas ainda tenho a poesia
de minha imagem em teus olhos

"me ver em teus olhos
te ver aos meus olhos é como abraçar o instante que passa correndo por nós"

Estrofe roubada de um poema
Que deveria ser meu
mas você roubou.
Deixou o momento (ao menos)

Esse mesmo que passou correndo
Momento roubado de nós.
Roubado por nós,
e vistos nos olhos,

nos nossos olhos,

a poesia ainda é minha.
É nossa poesia no teu poema
que agora é meu.
Você me deu:

O poema, o sorriso, e o espelho
dos olhos.



quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

(Postagem sem título)

No vazio do branco
Se abre toda possibilidade
de preenchimento
ou do nada

Nada é tão cheio
de possibilidades
que o branco vazio

Nado no branco
E rabisco de preto
a folha, o nada
a vida, o tudo.


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Coisa de passarinho

minhas asas batem
pro sul meu bico aponta
e  meu voo alço

Coisa de passarinho
Voar, cantar, talvez voltar
No próximo verão, voltar


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

"cem" sentido

Nessa de fazer o impossível
Eu cavei buraco no sonho
coloquei um elefante rosa,
um disco voador,
e uma piada sem graça

Ai ficou engraçado
E eu ri.


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Minha Mãinha!

Ô mãinha! Que saudade!
Do teu cheiro
Do teu sopro
E do teu sorriso de sol

Que saudade mãinha!
Do teu jeito
Acalorado de carnaval

Quero te ver mãinha!
Abraçar, beijar, cantar
Fazer fevereiro todo dia
Te levar em todo lugar

No meu sotaque
No meu jeitão abraçador
Quero levar pra todo mundo
Quero mostrar teu calor

Ai que saudade mãinha
Mãinha terra
Minha Bahia!